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A Nossa Equipa

Rita Capucho

Diretora

 

Rita Capucho é cofundadora e diretora do Porto Femme - Festival Internacional de Cinema, projeto ao qual se dedica de forma central, trabalhando na definição da linha programática e estratégica do festival e na promoção do cinema realizado por mulheres e outras entidades de género.

É produtora cultural, curadora, programadora e investigadora na área do cinema. Com mais de 16 anos de experiência no desenvolvimento de projetos culturais e cinematográficos, trabalha na programação, curadoria e produção de eventos, colaborando com diversas organizações culturais. É também programadora das Femme Sessions e esteve na fundação e programação do Shortcutz Aveiro.

Coordena e é formadora do projeto Cinamiza-te, dedicado à formação de jovens na área do cinema e à promoção da literacia audiovisual, e integra regularmente júris de festivais internacionais de cinema.

É fundadora e membro da direção da MUTIM - Associação das Mulheres Trabalhadoras da Imagem em Movimento, contribuindo para a valorização e visibilidade das mulheres no setor audiovisual.

É doutoranda em Comunicação e Ativismos na Universidade Lusófona e na Universidade do País Basco, sendo bolseira da FCT com o projeto "Festivais de Cinema de Mulheres como Espaços de Ativismo Feminista". É licenciada e mestre em Estudos Artísticos pela Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra e integra o CICANT - Centro de Investigação e Comunicação Aplicada, Cultura e Novas Tecnologias.

Paralelamente, desenvolve trabalho na área da poesia e da performance. É organizadora do Poetry Slam Aveiro e Poetry Slam Porto, e coordenadora da plataforma Portugal Slam. Tem trabalhos publicados em revistas e coletâneas, destacando-se o livro "Reconstituição Portuguesa".

Nay Araujo

Diretora de Produção

 

Nay Araujo é produtora, investigadora, curadora e realizadora audiovisual. Doutora em Artes pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ), com período de investigação na Universidade do Algarve, desenvolve o seu trabalho entre Brasil e Portugal, cruzando produção cinematográfica curadoria e investigação em torno das relações entre cinema, políticas audiovisuais, questões  de género e representação.

Ao longo de mais de 15 anos de atuação no setor audiovisual, trabalhou em projetos de cinema, televisão e iniciativas institucionais, bem como na programação e produção de mostras e festivais. Assinou a produção geral da longa-metragem Pasajeras [2019] e a produção executiva de diversos projetos audiovisuais e formativos no Brasil e em Portugal, mantendo uma prática que articula criação, produção e pensamento crítico sobre o cinema a partir de uma perspetiva de género.

É criadora da mostra Cinema das Mulheres que Falam Português, projeto dedicado à circulação e valorização de obras realizadas por mulheres nos países da CPLP, propondo um espaço de encontro entre diferentes geografias, experiências e narrativas do cinema em língua portuguesa.

É sócia da produtora Ñanduti Filmes (Brasil) e vice-presidente da Imigratoria - Associação de Brasileiros do Audiovisual em Portugal, onde atua no fortalecimento de redes profissionais e na construção de espaços de colaboração para artistas e trabalhadoras migrantes do audiovisual. Integra ainda os órgãos sociais da MUTIM - Associação de Mulheres Trabalhadoras da Imagem em Movimento.

O seu percurso articula produção cultural, investigação e ativismo no campo do audiovisual, com especial atenção à criação de redes transnacionais e à ampliação de espaços de visibilidade para mulheres no cinema. Acredita no cinema como um território de encontro, memória e transformação, e no fortalecimento de ecossistemas onde diferentes vozes possam criar, circular e afirmas as suas imagens.

Raquel Gonçalves

Coordenadora de Submissions & Print Traffic

 

É fruto do amor entre um lagarto e uma gata doméstica.

Cresceu numa pequena cidade, ávida por aprender mais do que lhe era dado.

É licenciada em Cinema-Argumento pela ESTC-IPL e mestre em Cinema e Fotografia pela ESMAD-IPP. É poeta e uma alma criativa, uma eterna aspirante a artista.

Tem o talento magnífico de fazer filmes espetaculares, exagerados, envolventes e excruciantes (com a sua mente). Estreou-se como realizadora com o filme Ecos no Castelo, que estreou no Cinema São Jorge, no MUVI. Trabalha como freelancer em Fotografia, Vídeo, Gravação de Som e Design Gráfico.

Já foi projecionista nos Encontros de Cinema de Viana e no MDOC e continua a ser no Curtas Vila do Conde e no Cinema Verde Viana.

Juntou-se à equipa Porto Femme em 2025 na área de Submissões e Tráfego de Cópias, o que lhe valeu uma função similar no FEST - New Directors | New Films Festival no mesmo ano.

Cátia Beato

Coordenadora de Comunicação, Copywriter e Social Media

 

Cátia Beato é cineasta, produtora, comunicadora e escritora. Licenciou-se em Educação Básica, no Politécnico de Leiria, e em Jornalismo e Comunicação na Universidade de Coimbra, local onde se interessou, pela primeira vez, em cinema documental. 

Mais tarde tornou-se mestre em Cinema pela Universidade da Beira Interior e, desde então, tem trabalhado em produções cinematográficas nos departamentos de realização, produção e arte. Fez parte do corpo de Júri Universitário na 30.ª edição do festival Caminhos do Cinema Português, em Coimbra, e trabalhou em festivais como no MDOC - Festival Internacional de Documentário de Melgaço, na gestão de redes sociais, e no FEST - New Directors | New Films Festival, como guest host.

Também tenta pisar o mercado como freelancer em vídeo, legendagem e edição.

O seu primeiro artigo "O Realismo de Close (2022) e o 'Valor Acrescentado Inconsciente' do Som no Cinema: Uma entrevista a Yanna Soentjens", encontra-se publicado na ANIKI - Revista Portuguesa da Imagem em Movimento.

O seu atual projeto documental O Fim da Primavera centra-se em temas como a morte, a espectralidade e a descoberta do "eu" através do arquivo familiar.

Também nutre uma paixão pelo humor português e escreve alguns textos para o jornal regional da terra onde cresceu.

No tempo que encontra para si, gosta de experimentar com a imagem, ser poeta, bordar, aprender línguas e ver filmes, muitos filmes!

Mafalda Garcia

Assistente de Produção

 

Natural de Luanda, Angola, Mafalda Garcia dedica-se à produção cultural desde 1985, construindo um percurso profissional que cruza Portugal e Brasil. Iniciou a sua actividade na empresa Bararte, em Aveiro, onde produziu espectáculos musicais que marcaram gerações, trabalhando com nomes como Chico Buarque, Caetano Veloso, Georges Moustaki, Ney Matogrosso, Joan Manuel Serrat, Madredeus, etc.

A paixão pelas artes performativas levou-a a colaborar com a Companhia de Teatro Ponto de Partida, em Barbacena (Brasil), organizando digressões teatrais e trabalhando ao lado de atores de referência como Nelson Xavier e Cecil Thiré. Durante os sete anos em que residiu no Brasil, foi responsável pela produção de eventos culturais para o Banco do Brasil, desenvolvendo projectos que abrangeram animação de rua, música, teatro, workshops e exposições em diversas regiões do país.

De regresso a Portugal, assumiu a produção da Companhia de Teatro Público Reservado durante quatro anos e alargou a sua experiência à logística de congressos e serviços de catering em parceria com a Universidade de Aveiro. Nos últimos quatro anos, tem integrado a equipa da associação XX Element Project, colaborando activamente na produção de eventos culturais e no festival Porto Femme, onde continua a aplicar a experiência e dedicação às artes e à cultura.

Iara Santos

Assistente de Produção e Mediadora de Públicos & Indústria

 

Iara licenciou-se em Teatro pela ESAP (Escola Superior Artística do Porto). Nunca reduzida a uma só área, sempre teve paixão em todos os cantos das artes, fascinada pela interdisciplinaridade e a sua fusão. Desde dança, música, teatro, cinema, fotografia... a lista ainda continua.

Foi júri de pré-seleção do festival Porto Femme e, neste momento, encontra-se a ser Assistente de Produção e Mediadora de Públicos e Indústria do mesmo festival.

Marione Tomazoni

Coordenadora de Apoios & Parcerias

 

Jornalista e Fundadora da TZM Comunicação, com MBA em MArketing (FGV), Marione Tomazoni possui mais de 20 anos de experiência em comunicação estratégica para o setor cultural e de entretenimento.

A sua trajetória, iniciada no É Tudo Verdade - Festival Internacional de Documentários, considerado o maior festival de documentários da América Latina, levou-a a construir uma carreira sólida na comunicação de cinema, artes e grandes eventos culturais.

Liderou a comunicação para exibidoras, distribuidoras e produtoras, como Cinépolis Brasil, Paris Filmes, Clube FIlmes, Vitrine Filmes, Foz Home Entertainment e Time For Fun, participando no lançamento de mais de 65 longas-metragens e de grandes produções internacionais, como Billy Elliot - O Musical, Madagascar ao Vivo, Esplendores do Vaticano e apresentações do Alvin Ailey American Dance Theater no Brasil.

Foi também coordenadora de eventos especiais da Mostra Internacional de Cinema em São Paulo por quatro edições, realizou a produção executiva do Panorama do Cinema Suíço Contemporâneo durante três edições e fez parte da produção da Copa do Mundo Fifa 2014.

Inês de Freitas

Designer Gráfica

 

Inês de Freitas (alter ego - umainês) nasceu no final da década de 80 entre as montanhas de Trás-os-Montes na cidade de Chaves. Filha de pai arquitecto e mãe professora, desde pequena que foi desafiada e incentivada para o mundo das artes e da criatividade, fase crucial para a pessoa que hoje é. Sempre achou que ia ser arquitecta, mas licenciou-se (na ESEIG, atual ESMAD) em Design Gráfico e de Publicidade, felizmente! Em 2010 muda-se para Lisboa onde trabalha entre agências de publicidade e ateliers de design criando pelo meio um coletivo de design gráfico, sítio esse onde co-criou uma marca de bonecos feito à mão - os (IM)PERFEITOS fazendo a ligação perfeita entre o mundo digital e o manual, saber esse que herdou de suas avós e que muito estima e faz por dar uso nos seus trabalhos.

No início de 2022, ao fim de 12 anos de experiência na área, toma a decisão de se despedir para se dedicar a este mundo criativo de forma independente e livre, onde passa a ser possível trabalhar em qualquer lugar embora o atelier continue a estar na capital. A nova vida profissional permite explorar vários mundos e materiais, dar uso às mãos (e apreciar o tempo!), mas mantendo sempre o interesse e foco em projetos editoriais e de identidade ligados à cultura, assim como pequenos negócios, marcas e entidades com as quais se identifica e se assemelham à sua forma de estar e ver a vida.

Ah! E mais passeios ao ar livre, essencial para as ideias.

E cantar, cantar sempre.