
“Dias de Verão” de Nevena Desivojevic | Portugal | 14’ | fic | 2025
Sinopse:
Duas irmãs encontram-se após alguns anos sem se ver. O passado torna-se a única coisa que agora têm em comum.
Nevena Desivojevic:
Nascida na Jugoslávia, concluiu em 2016 um mestrado em realização documental no DocNomads (Lisboa, Budapeste, Bruxelas). A sua primeira curta‑metragem, Outside the Oranges Are Blooming (2019, estreou no DOKLeipzig Film Festival), foi selecionada para mais de 40 festivais e recebeu vários prémios e nomeações. Atualmente está a escrever e a realizar a sua primeira tetralogia.
Entre 2019 e 2021 trabalhou em vários projetos de distribuição teatral na Terratreme Filmes e, desde 2022, é coordenadora de distribuição de festivais na Terratreme. Vive e trabalha em Lisboa.

“La Durmiente” de Maria Inês Gonçalves | Portugal | 20’ | fic | 2025
Sinopse:
“La Durmiente” explora a história da infanta medieval D. Beatriz de Portugal (1373-1420) através da fabulação e do imaginário infantil. Tomando como cenário o Mosteiro de Sancti Spiritus em Toro, Espanha, onde jaz o sepulcro de D. Beatriz, um grupo de sete crianças encena e interpreta fragmentos da vida desta personagem apagada pela história, mas preponderante na crise dinástica portuguesa de 1383.
Maria Inês Gonçalves:
Maria Inês Gonçalves estudou cinema na Escola Superior de Teatro e Cinema de Lisboa e na Elías Querejeta Zine Eskola em San Sebastián, com uma bolsa de estudos da Fundação Calouste Gulbenkian.
A sua primeira curta-metragem de escola, O Meu Pijama estreou no festival Premiers Plans D’Angers. O Banho, curta-metragem que realizou no mestrado, estreou no FidMarseille e foi exibida em vários festivais de cinema como o ZINEBI, Festival dei Popoli, IndieLisboa, Bogoshorts, Laceno D’Oro, entre outros. La Durmiente é a sua primeira curta-metragem independente, que fez parte do NOKA Mentoring 2022, um programa de apoio a cineastas emergentes do Centro Cultural Tabakalera, em San Sebastián.

“Neko” de Inês Oliveira | Portugal | 29’ | fic | 2025 |
Sinopse:
Lisboa. Um grupo de adolescentes circulam pelo centro de uma cidade, que, como eles, parece em mutação. Neko particularmente.
Inês Oliveira:
Inês Oliveira (1976) vive e trabalha em Lisboa. Desde 2003 que a sua actividade principal é a escrita de argumento e realização cinematográfica: O Nome E O N.I.M. (curta, 2003), Comer O Coração (doc., 2005), Cinerama (longa, 2009), Bobô (longa, 2013), Vira Chudnenko (documentário, 2017), O Sapo E A Rapariga (curta, 2019), A Escuta (doc., 2022). Os seus filmes têm sido premiados e exibidos em dezenas de festivais internacionais como TIFF-Toronto, Nouveau Cinemas Nouveau Medias, Angers, Torino FF, Mostra de São Paulo, DocLisboa, Curtas de Vila do Conde, IndieLisboa.
Em 2022 criou a produtora Filmes da Mãe.

“Rui Carlos” de Margarida Paias | Portugal | 14’ | fic | 2025
Sinopse:
Verão, anos 80. Rui Carlos, e os seus amigos, passam as tardes a jogar futebol. Quando a bola se fura, o protagonista é deixado sozinho para lidar com a responsabilidade e os desafios da vida adulta.
Margarida Paias:
Margarida Paias (Almada, 2000). É licenciada no ramo de Montagem pela Escola Superior de Teatro e Cinema (ESTC). Durante o percurso escolar trabalhou com maior ênfase nos ramos de realização, direção de arte e montagem. Desde então tem trabalhado em arte e guarda-roupa, com destaque para os seus trabalhos de direção de arte e figurinista nos filmes: Vultosos Cumes (Diogo Salgado, 2025); La Durmiente (Maria Inês Gonçalves, 2025); À Tarde, Sob o Sol (Gonçalo Pina, 2020); Rio Infinito (Gonçalo Pina) e Os Dias das Coisas Pequenas (Catarina Campos), por estrear. No teatro foi responsável pela cenografia e figurinos do espetáculo ”A Viagem de Kolka Pankin e Petra Erchov Que Não Acreditava Em Nada”, de ”Zaca, Zaca” e ”Constantino, Um Bicho de Contos”. Como atriz atuou em filmes de realizadoras como Susana Nobre, Inês Lima, e Pedro Ramalhete. Publicou o livro de poesia ”Por Morrer uma Andorinha”. Rui Carlos é a sua primeira curta-metragem enquanto realizadora.

“Praia de Pedra” de Sofia Bost | Portugal | 28’ | fic | 2025 | Estreia Regional
Sinopse:
No início dos anos 90, Leonor, uma ama portuguesa, viaja para França com Vera, de oito anos, onde esta vai passar férias com o pai francês e a sua nova família. A forte ligação entre Leonor e Vera, aliada à barreira linguística que as isola, gera uma dinâmica peculiar. À medida que as tensões aumentam, Leonor é relembrada do seu lugar naquele contexto familiar.
Sofia Bost:
Sofia Bost (Suíça, 1986) licenciou-se em Ciências da Comunicação na Universidade Nova de Lisboa antes de se mudar para Londres para estudar cinema. Em 2015 concluiu o mestrado em Filmmaking na London Film School.
Dia de Festa (2019), o seu primeiro filme, estreou na Semana da Crítica de Cannes e foi exibido em mais de 30 festivais, entre os quais o New York Film Festival, Leeds IFF, Odense IFF e Helsinki IFF. Premiado com o Professional Jury Prize no festival francês Films Femmes Méditerranée, o filme teve estreia comercial em Portugal, Reino Unido, Alemanha, Islândia, Uruguai, Brasil e Argentina, e distribuição nacional em DVD e VOD.
Praia de Pedra, a sua nova curta-metragem com coprodução luso-francesa, filmada em França, estreou no Curtas Vila do Conde e encontra-se a percorrer o circuito de festivais internacionais.
Actualmente desenvolve a sua estreia em longa-metragem de ficção, Não Sei Para Onde Vou (Torino Script Lab).

“Quem se move” de Stephanie Ricci | Portugal, Brasil | 20’ | fic | 2025 | Estreia Regional
Sinopse:
Durante uma noite em Lisboa, a imigrante brasileira René percorre a cidade. Em uma série de encontros, ela transita entre breves momentos de liberdade numa comunidade queer e o peso de um dilema não resolvido: permanecer sem documentos ou retornar.
Stephanie Ricci:
Stephanie Ricci é argumentista e realizadora natural de São Paulo, Brasil. É licenciada em Cinema pela FAAP (Brasil), possui pós‑graduação em Artes da Escrita pela Universidade Nova de Lisboa (Portugal) e um Mestrado em Curadoria de Cinema pela Elias Querejeta Zine Eskola (Espanha).
A sua mais recente curta‑metragem, Those Who Move, estreou no International Film Festival Rotterdam (2025) e venceu o prémio de Melhor Curta‑Metragem, que a qualificou para os Óscares. Stephanie está atualmente a desenvolver a sua primeira longa-metragem, Night’s Mouth, selecionada para o Hubert Bals Development Support 2025.
