| CONVERSAS |

O espaço das conversas é  obrigatório em cada edição do Porto Femme - Festival Internacional de Cinema. Em 2026, o ciclo propõe refletir sobre a situação das mulheres trabalhadoras no cinema e no audiovisual, a luta pela paridade de género no setor, os desafios dos festivais dedicados ao cinema realizado por mulheres, bem como revisitar o legado das pioneiras e discutir formas de trabalho feminino frequentemente colocadas à margem da sociedade.

Nesta edição do Porto Femme, trazemos até ti:

Uma conversa sobre a presença das mulheres na história do cinema, partindo do seu apagamento histórico e das invisibilidades que continuam a repetir-se.

Entre mitos, ficções e verdades não reveladas, propõe-se refletir sobre a importância dos arquivos das mulheres e o seu papel fundamental na recuperação, preservação e reativação destas histórias.

Nesta conversa com diferentes festivais internacionais dedicados ao cinema realizado por mulheres, propõe-se uma reflexão sobre os desafios atuais da programação, da circulação e da sustentabilidade destes festivais, bem como sobre o seu papel na criação de redes, visibilidade e novos espaços para o cinema feito por mulheres.

Esta conversa reúne pessoas que trabalham no setor e associações europeias que atuam na promoção da igualdade de género no cinema e no audiovisual.

"O Caminho dos 50/50" propõe pensar os percursos, desafios e estratégias necessários para alcançar uma maior equidade no setor. A partir de diferentes experiências, a sessão convoca a partilha de práticas, obstáculos e possibilidades de transformação.

Um espaço de diálogo aberto sobre o presente e o futuro das condições de trabalho no cinema e no audiovisual, reunindo pessoas que fazem cinema e pessoas envolvidas no setor.

Esta conversa aborda formas de trabalho frequentemente invisibilizadas ou marginalizadas, incluindo o trabalho sexual, o trabalho reprodutivo e outras formas de trabalho historicamente desvalorizadas, explorando as suas representações e implicações sociais.

A partir de diferentes perspectivas e experiências, a sessão propõe uma reflexão sobre as condições em que estes trabalhos são exercidos, os seus enquadramentos sociais e políticos e as formas de reconhecimento e resistência que emergem destes contextos.

O encontro cria um espaço de diálogo aberto sobre as margens do trabalho, questionando hierarquias, visibilidades e os limites do que é reconhecido como trabalho.

!UPDATE!

Esta conversa mantém-se no dia 25, às 18h00, mas agora no MIRA | artes performativas.